quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Faltam prédios comerciais de alto padrão no Rio e em SP


Apesar de o aluguel de imóveis comerciais de alto padrão em São Paulo e no Rio de Janeiro já estar entre os mais caros do mundo, faltam bons prédios para abrigar grandes empresas no país. A taxa de vacância desses imóveis na cidade de São Paulo é de apenas 2,8%. "Trata-se de uma das menores taxas do mundo", diz Sandra Ralston, vice-presidente da consultoria imobiliária Colliers International no Brasil. "Índices tão baixos fizeram com que os preços dos aluguéis dobrassem nos últimos cinco anos." Em grandes cidades de países desenvolvidos, a vacância costuma girar em torno de 10% do total. Mas como investir em imóveis comerciais de alto padrão e tentar lucrar com a possível escalada dos aluguéis no futuro? Não é tão simples. O interesse de grandes investidores tornou muito difícil para uma pessoa física comprar diretamente uma parte de um imóvel corporativo. A maior parte dos empreendimentos está nas mãos de grandes incorporadoras (Tishman Speyer, CCP ou Brookfield, entre outras) ou de grupos de investidores (como a BR Properties). Com o avanço de grandes bancos como o BTG Pactual no mercado imobiliário, a expectativa é que em breve mais produtos financeiros (como fundos imobiliários ou Certificados de Recebíveis Imobiliários) lastreados nas receitas de aluguéis geradas por esses edifícios possam ser adquiridas pelas pessoas físicas. Essa seria, portanto, uma forma indireta de investir em bons imóveis comerciais. Veja nas próximas páginas quais são os melhores prédios de escritórios do Brasil.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Imóveis comerciais renderam 638%

Os imóveis comerciais brasileiros tiveram uma rentabilidade de 638% entre 2000 e 2010, segundo o IGMI-C, o Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial, lançado nesta sexta-feira (11).
Desenvolvido pelo Ibre/FGV, o índice tem o objetivo de ser uma referência de rentabilidade de imóveis comerciais - escritórios, hotéis, shoppings e outros, retratando de forma abrangente a evolução da valorização dos preços e dos rendimentos do setor. Dessa forma os investidores terão mais transparência em relação à formação dos preços de compra, venda e locação.

"É a primeira vez que a FGV busca se associar com empresas de Real Estate e fundos de pensão para a formatação de um índice que irá auxiliar todo o mercado", comentou o presidente da Colliers International Brasil, Ricardo Betancourt. A empresa irá colaborar com a atualização do índice.

Índice
O novo indicador é calculado com base em informações fornecidas por um grupo de participantes envolvendo investidores institucionais e empresas ligadas ao setor imobiliário. O índice leva em consideração a valorização do metro quadrado.

Com base em um fluxo contínuo de informações mensais dos participantes, o IGMI-C será calculado e divulgado trimestralmente. A próxima divulgação será relativa às informações do primeiro trimestre de 2011.

O indicador foi lançado em um evento na BM&FBovespa, uma vez que a entidade apoia sua criação, por considerar que ele será de grande valia para o desenvolvimento do mercado imobiliário e de capitais.

Série histórica
A série histórica desta divulgação vai de 2000 ao final de 2010. No último trimestre de 2010, a amostra contou com 190 imóveis individuais, divididos entre escritórios comerciais, shopping centers, estabelecimentos comerciais, hotéis, imóveis industriais e de logística, entre outros.

As maiores concentrações estão em escritórios comerciais (cerca de 50% do total) e shopping centers (cerca de 25% do total). Do ponto de vista regional, todos os estados do País estão representados, mas as maiores concentrações estão em São Paulo (cerca de 37% do total) e Rio de Janeiro (cerca de 26% do total).

O IGMI-C está aberto para novos participantes e, com isso, acredita-se que a quantidade e a qualidade de informações deverão crescer ao longo do tempo.


fonte: http://clipimobiliario.com.br

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Pequenas empresas de SP têm maior crescimento desde 1998

As micro e pequenas empresas do Estado de São Paulo fecharam 2010 com uma receita de R$ 305,8 bilhões, com aumento real --já descontada a inflação-- de 9,6% ante 2009, registrando o melhor resultado da série histórica iniciada em 1998.
A pesquisa do Sebrae-SP divulgada nesta quinta-feira também mostra que essa parcela das empresas faturou R$ 30,7 bilhões em dezembro, com alta de 19,2% ante o mesmo mês do ano anterior, chegando ao 15º mês consecutivo de aumento de receita real. Esse é o melhor resultado, nesse confronto, na série histórica do estudo.
Na divisão por setores, serviços continuou puxando a alta do faturamento, com crescimento de 22,6% no mês, seguido por comércio (22,5%) e indústria (5,7%).
O consultor do Sebrae-SP, Pedro João Gonçalves, atribui a expansão principalmente a dois fatores: evolução do consumo interno, impulsionado pela expansão do emprego e da renda, e a fraca base de comparação de 2009, quando a economia brasileira sofreu o impacto da crise financeira internacional.
Para 44% dos entrevistados na pesquisa da entidade, haverá manutenção na receita da empresa no primeiro semestre deste ano. Já 47% dizem acreditar que haverá manutenção no nível de atividade da economia nacional nesse mesmo período.
"A expectativa é que 2011 seja também um ano positivo. A expansão do emprego e da renda e, consequentemente, do consumo, continuará criando oportunidades para micro e pequenas empresas", afirma o diretor superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano.
Na análise por regiões do Estado, o destaque ficou com o interior, com faturamento 11,4% superior a 2009. Considerando apenas dezembro, o crescimento foi de 16,2% ante o mesmo mês do ano anterior.
A pesquisa realizada pelo Sebrae-SP e pela Fundação Seade engloba 1.326.354 micro e pequenas empresas do Estado, sendo 11% da indústria, 57% do comércio e 32% de serviços.





fonte: folha.com

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Investimento em imóveis comerciais cresce no país


O volume de investimentos em imóveis comerciais de alto padrão no Brasil atingiu R$ 4,6 bilhões neste ano até o terceiro trimestre, segundo a Jones Lang LaSalle.

O valor já é 77% superior ao total investido no ano passado inteiro, segundo André Rosa, diretor da consultoria no Brasil. Neste ano, o valor dos aluguéis dos escritórios em São Paulo deve apresentar alta entre 5% e 10%, segundo a consultoria.

A valorização dos preços dos imóveis será maior, entre 10% e 20%, o mesmo percentual de cidades como Nova York, Paris e Londres. "O mercado brasileiro de escritórios de alto padrão ainda é pequeno na comparação com o de outros países. Cresce, porém, o interesse dos investidores."






 No mundo, o volume de investimento direto em imóveis comerciais deve crescer de 25% a 35% em 2011, segundo a consultoria. Os investimentos globais devem atingir US$ 370 bilhões, acima da projeção para este ano, de cerca de US$ 280 bilhões.

Fonte: Folha de São Paulo